Caçadores de Obras-primas - Sinceramente não esperava muito do filme, mas fui surpreendida e gostei bastante. Tirando os diálogos irônicos e sem graça tipicamente americanos, e que não combinava nem um pouco com o cenário de segunda guerra mundial, o filme é muito bom. Fiquei surpresa também por ser o Diretor o ator (que também participa do filme) George Clooney, ainda não conhecia nenhum trabalho dele na direção. Gostei de conhecer uma parte da história que não conhecia. A história da humanidade também esteve em risco enquanto uma mente insana pretendia dominar o mundo.
12 Anos de Escravidão- É um filme forte, chorei inúmeras vezes mas achei muito bom. A atuação dos atores comove muito e Lupita, de fato, impressiona com a belíssima atuação. Esse, assim como o anterior, é um filme baseado em fatos reais e isso é o mais chocante de tudo. Fiquei com muita vontade de ler o livro, Solomon Northup com certeza teve nessa sua vida uma grande missão.
Super 8 - Estava há bastante tempo querendo assistir esse filme, por vários motivos. Primeiro por retratar uma realidade de um grupo de jovens amigos da década de 70 que usavam uma câmera para fazer filmes. Isso me lembra os Goonies e E.T o extraterrestre. Segundo porque embora o Diretor seja J.J. Abrams, o filme foi produzido por Spielberg. É um filme de ficção que lembra bem os dois citados, mas vale a pena assistir e sentir a nostalgia dos sentimentos dá época.
Minha Mãe é uma Peça - Não basta assistir uma vez, tem que assistir várias vezes. Todo o talento do Paulo Gustavo e mais um elenco excelente fazem desse filme um momento de pura diversão. Ao mesmo tempo que proporciona reflexões interessantes sobre as relações entre mãe e filhos também reproduz de uma forma engraçada e até irônica as típicas frases e comportamentos que toda mãe tem. Muuuuito bom!
Meu Malvado Favorito 2 – O filme repete o sucesso do primeiro, com destaque especial para os Minions que nesse filme roubam a cena totalmente. O filme é divertido para crianças e adultos. A relação do personagem Gru com as meninas está mais estreita e ele vai se revelando um pai presente e cuidadoso. Os Minions são um sucesso, participam ativamente do filme com suas trapalhadas e esquisitices. O filme é divertido, animado e engraçado. Vale muito a pena assistir.
Flores Raras – Esse filme conseguiu a façanha de ser forte e doce ao mesmo tempo. A relação das duas mulheres é destacada, mas não é só isso, vai muito além. Mostra de forma sutil a dificuldade de manter um relacionamento homoafetivo nos anos 50, a personalidade marcante de Lota e a frieza, ao mesmo tempo que sensível, da poetiza Bichot. O filme fala de perdas, fala de conquistas e superações. O filme é tocante, emocionante e lindo. A fotografia do filme é perfeita, a música faz uma combinação muito bem feita com o cenário e os atores são excelentes.
Sábado fui com duas amigas assistir Faroeste Caboclo. Estava há tempos querendo ver esse filme e ansiosa pela sua estreia.
O que achei? Muito bom!!! Só tenho elogios para esse filme. Começando pelo elenco de atores que são ótimos, a interpretação é impecável e comovente, especialmente do protagonista, Fabrício Boliveira, que faz o papel de João. Quem vai muito bem é a Ísis Valverde, que emociona na interpretação de Maria Lúcia.
O roteiro foi bem escrito e a continuidade do filme permite ao telespectador ir cantando a música na cabeça ao mesmo tempo que a história vai acontecendo. Lembrando que o filme é uma adaptação da música e não mostra as falas literais, mas dá uma ideia bastante vívida da juventude em Brasília nos anos 80, do preconceito racial e do tráfico de drogas.
A fotografia do filme também merece destaque. Gostei muito de uma cena, bem no início, que mostra a passagem do tempo. Na cena, João, ainda criança, e sua mãe descem o balde no poço para pegar água. A câmera filma os dois da perspectiva do balde, que vai descendo e girando rapidamente até encontrar o funcho do poço e a água. Ao ser puxado para cima, o balde, já girando mais devagar encontra a figura de João, jovem.
Não tem como não se emocionar como filme. Além de relembrar a trajetória de uma banda que marcou consideravelmente os jovens dos anos 80 e 90 (e ainda até hoje) ainda mostra o reflexo de uma sociedade excludente e cruel.
Sabe aqueles filmes que fazem você voltar a à infância? Pelo menos fazem você, por alguns instantes, voltar a sonhar e a acreditar?
Oz traz a mesma mensagem do filme de Dorothy. Adorei! O filme é lindo, atores excelentes, produção e efeitos incríveis, bom de mais. Para mim, é um filme para todas as idades!
Como ainda não terminei a “obra” da cozinha por falta de tempo, vou pular essas atualizações e vou para as novas.
Como dia minha noiva, vou lá eu fazer minhas “resenhas críticas” das coisas que ando experimentando. Sim, eu gosto de opinar sobre tudo o que vejo rs.
Bom, não é preciso discutir que São Paulo é o paraíso brasileiro da gastronomia não é? E se não bastasse a comida boa, os paulistanos fazem questão de se preocuparem com todos os detalhes.
Bom atendimento e decoração do ambiente, por exemplo, são pré-requisitos para o funcionamento.
Esse último final de semana voltei ao Restaurante Margherita, no Jardim Paulista. Já havia falado deste lugar aqui, mas vale a pena ressaltar: a pizza de quatro queijos é absurdamente deliciosa!!! O lugar é uma graça, o atendimento muito bom. Chegamos e o lugar estava lotado. Logo pensamos que não iríamos conseguir uma mesa em menos de 2 horas em pé esperando. Que nada. Fomos orientadas e procurar o Alex (o cara da organização da fila!). Sim, Alex foi “o cara”, porque no meio daquela multidão de gente eu já teria me perdido. Nos deu uma senha e ficamos aguardando. “O cara”, tranqüilo e sorridente, atendia todo mundo. Perguntamos se ele tinha idéia de tempo de espera e ele nos disse: “35 minutos”. Marcamos no relógio. “O cara” errou por pouco. Poucos minutos a mais já estávamos na nossa mesa no andar superior fazendo nosso pedido. A Tati preferiu uma pizza de alho e eu fui direto na de quatros queijos. O restaurante é uma graça, bastante aconchegante e bem grande. Vai todo mundo, desde amigos, casais e família. Me senti mesmo foi muito “phyna” quando o sommelier veio até nossa mesa nos dar sugestões de vinho. Dessa vez não bebemos vinho, mas quem sabe na próxima. Ahhh sim, o ponto alto da noite: a pizza! Não tenho palavras, escândalo de boa!
Sábado foi dia de “programação surpresa”, planejada pela minha digníssima. Claro que ela sabia que eu ia adorar e mesmo com as minhas inúmeras tentativas de conseguir alguma pista sobre o lugar, ela se manteve firme e não falou nada. Eu acabei adivinhando por dedução e depois de muito pensar, mas ainda assim ela não confirmou. Então, ela me levou no Khan el Khalili(já aviso, o site é horroroso rs), uma casa de chás e dança do ventre. O lugar é muito legal, totalmente decorado com temas egípcios, cada detalhe pensado, inclusive a música ambiente e a roupa das pessoas que trabalham no local. Lá existem várias salas e nós optamos por ficar em uma sala das almofadas. Sentamos no chão (nas almofadas) bem acomodadas para tomar nosso chá. Existem 3 opções de chás no cardápio, mas pode-se pedir outros tipos de bebidas também. O que a gente (Chá Alexandrino) pediu tinha uma cesta de diversos tipos de pães (farta cesta!), bolo, doce, chá (quente ou gelado, à escolha), quatro tipos de patê, geléia de banana e sorvete. Todos os pães vem embaladinhos individualmente dentro da cesta. A mesinha ficou cheia de tantas coisas gostosas. Entre um gole de chá e uma mordida em um dos pãezinhos as luzes se acenderam e a música ficou mais alta, era a hora da apresentação. A sala que ficamos tinham as mesas nos cantos para deixar o centro para a apresentação. A primeira dançarina entra e ao término da música ela troca de sala e entra outra. Assistimos a dança de cinco dançarinas. Roupas lindas e um misto de alegria e sensualidade na dança. Eu adorei! A dança é muito bonita, a música é alegre e no meio de todo aquele ambiente é quase como se você não estivesse no Brasil. Super vale a pena conhecer esse lugar.
Mais uma boa do final de semana foi o filme Gonzaga, de pai pra filho. Assistimos na sexta-feira e durante o filme ficamos emocionadas (posso falar pela Tati que derramou litros de lágrimas rs). O foco da história é no pai, na sua tragetória de vida e musical. Fala dos conflitos no relacionamento com o filho, Gonzaguinha, mas não aprofunda nos sentimentos do próprio Gonzaguinha. Eu achei o filme muito bom, os atores são ótimos, a música e a fotografia muito boas. Saí do filme empolgada para saber mais da vida do Gonzaga, ouvir mais suas músicas que falam tanto da sua cultura e a da vida do povo nordestino.
Uma péssima do final de semana: o “pior” bolo de chocolate do mundo! Há algum tempo já tinha ouvido falar e visto vender o tal do “melhor bolo de chocolate do mundo”. Trata-se do nome da marca do bolo que induz ao que eles querem: que você compre. Pagamos R$12,50 por uma fatia fina que mais parecia um mousse de chocolate com uma cobertura de calda de sorvete. Doce e enjoativo, fiquei pensando: “será que não se usa mais fazer bolos com aquela massa fofinha?” A massa do bolo é tão fina que se esfarela. O que reina é o recheio que, na minha opinião, nada mais era que apenas mousse de chocolate. Nada demais mesmo. Me senti enganada e fiquei pensando nos tantos bolos deliciosos de chocolates que já comi por aí. Lembrei dos bolos da minha tia Elenice (a boleira da família), das tortas-bolo de chocolate da Lecadô e da Hibisco. Até o bolo de chocolate que a minha mãe faz e que ela insiste em colocar passas (eu não gosto!) é mais gostoso que esse. Sinceramente, me senti muito enganada. Tão enganada que resolvi escrever para o site (sou dessas que reclamam ou elogiam mesmo). Escrevi falando da minha experiência e dando até sugestões de esclarecimentos sobre o nome da marca, mudança do nome ou melhorar a qualidade do produto. Até o momento não tive resposta (isso foi dia 04/11). Se eu tiver resposta publico aqui.
Um filme que merece ser comentado: Moonrise Kingdom. Cinema com uma boa cia é tudo de bom. Ontem fui com o Rodrigo assistir um filme que um colega meu do trabalho indicou. Um filme leve, bonito, cativante e muito bem produzido. Tive a impressão de que todos os detalhes foram pensados. E não foi mais um filme americano de grandes efeitos visuais não, esse foi um filme americano com carinha de filme europeu, o foco foi todo na história, tive que tirar o chapéu para os americanos. A história dos dois personagens principais, um casal de adolescentes que se apaixonam, estava cercada com todos os detalhes da década de 60. O que achei bastante interessante foi que a produção do filme se preocupou em reproduzir o mesmo tipo de fonte nas legendas, utilizado há anos atrás. Também percebi esse cuidado com a imagem, bordas arredondadas e imagem um pouquinho chuviscada, como se fosse um filme produzido naquela época. Esses detalhes junto com a produção do figurino e paisagem deram um toque todo especial. A fotografia do filme também achei muito boa assim como a trilha. Resumindo meus elogios, achei o filme uma delícia de se assistir, acho que para todas as idades. Do lado psicológico, achei linda a forma como foi tratada o amadurecimento e o desenvolvimento da sexualidade do jovem casal, de uma forma sutil, normal e que faz parte da própria vida. Não tinha tabus, não tinha vergonha, não tinha segredo, a cumplicidade do casal permitia que eles se descobrissem da forma mais natural e simples criando uma atmosférica mágica ao contexto dos dois, amei!
Esse foi um dos que assisti nas minhas férias e que merece ser comentado. É mais um filme que eu assisto com o ator Ricardo Darin (o mesmo de “Um conto chinês”) e só tenho a admirar ainda mais seu trabalho como ator. O enredo do filme é muito bom a ponto de não deixar que você se desprenda da história em nenhum momento. Existe mistério, sensibilidade e criatividade. O mistério acontece o tempo todo, enquanto a trama não é desfeita. A sensibilidade é a dica do próprio título, “O segredo dos seus olhos”. É um filme contagiante e poético, forte e sutil, tudo ao mesmo tempo. Gostei demais.
Ontem assisti um filme belíssimo. Com nenhuma compaixão e ao mesmo tempo muita, uma relação de amizades se estabelece entre dois homens de realidades completamente diferentes. De um lado, um homem que está tetraplégico, rico, conhecedor de muitas coisas e de cultura refinada. De outro, outro homem, morador de subúrbio, ex-presidiário, sem nenhum requinte ou compaixão. A grande sacada do filme que vez com que esses dois se aproximassem, foi justamente a ausência de compaixão. O fato de não querer ser visto como um doente, de não querer que as pessoas tenham pena dele, mas de ser uma pessoa como outra qualquer fez com que Philippe contratasse os serviços do jovem Driss. O filme tem humor ao mesmo tempo que é sincero e comovente, gostei muuuito!
Das últimas coisas que tenho assistido nesses último tempos vale linkar aqui esses dois, Madagascar 3 e A delicadeza do Amor.
Madagascar 3 eu achei genial, divertidíssimo e gostei mais que os dois primeiros. Os personagens dessa vez estão todos impagáveis, muito bom. Assistir em 3D também foi muito divertido, eu acho a cada dia aprimoram mais essa tecnologia.
A delicadeza do amor é um filme pra lá de gostoso de assistir, leve e sutil, bem o título mesmo: delicadeza do amor. A história é bonita, o contexto é suave a mais uma vez a Audrey Tautou consegue conquistar pela sua interpretação, eu adorei.
Tive muito tempo nessas férias para fazer o que eu quisesse. E, entre um passeio e outro, eu parava um pouco para ficar de bobeira na cama assistindo filmes. Vi filmes novos e outros antigos que ainda não tinha visto e selecionei uns que gostei para falar aqui o que eu achei.
A Dama de ferro - Sinceramente não achei esse filme tão incrível não, esperava mais. Interessante foi conhecer um pouco mais da história dessa mulher que marcou a história. Vale a pena assistir para ver mais uma vez Meryl Streep atuando brilhantemente.
O Discurso do Rei - Eu era curiosa para ver esse filme por conta da quantidade de Oscars que ele levou em 2010 mas não sei porque até hoje não tinha visto, enfim, achei o filme excelente. A interpretação de Colin Firth está incrível, vale muito a pena assistir, a história t prende do início ao fim.
A vida secreta das abelhas - Esse filme é simples e bonito. Mostra muitas coisas, a questão da discriminação racial nos EUA noas anos 60, a violência doméstica, sentimentos de culpa, mas de uma forma muito sutil. Gostei muito. Aprendemos muito no trabalho e no contato com as pessoas.
Tão forte e tão perto - Adorei o filme e chorei o tempo todo! O personagem é um pouco abusado para uma criança, na minha opinião, mas conquista pela sinceridade das falas e pela sensibilidade. A sua busca pelo pai é emocionante, amei.
A invenção de Hugo Cabret - Um filme lindo do início ao fim. Chorei, ri, fiquei compenetrada. A fotografia do filme é muito linda e a história é comovente, dá vontade de entrar para dentro daquele cenário mágico.
Para quem gosta de psicologia, este filme é um prato cheio.
Não vou copiar e colar a sinopse aqui porque percebi muito mais do que a sinopse pode dar.
Vamos à minha sinopse e, pretensiosa ou não, minha análise.
A infância de Jack, o mais velho de três filhos da família O'Brien, é narrada por ele mesmo, já adulto. A narração traz um mixto de sentimentos de dualidade: religião x natureza, mãe x pai, bom x mal, exitência de Deus x não existência de Deus, amor x culpa, docilidade x rigidez. E, em meio às lembranças de sua infância, ele se questiona sobre essas dualidades. O filme fala da criação do universo, suas dualidades em comparação com a criação dos filhos.
Logo no início do filme, é lançada uma mensagem de que na vida somos criados visando escolher um caminho: ou o caminho da graça (Deus) ou o caminho da natureza (família). A explicação se dá através de frases retiradas de textos bíblicos que nos diz que a escolha pelo caminho da natureza é uma escolha egoísta, que tende a satisfazer o proprio ego, em que nos vemos numa situação de superar-mos a nós mesmos o tempo todo. A escolha pelo caminho da Graça é um caminho que não é para si próprio mas para todos, esse caminho admite errarmos e sermos injustiçados pelos outros, admite sermos menosprezados pois o objetivo não é a nossa satisfação, mas a satisfação Divina.
As imagens incríveis do filme, imagens da natureza desde a criação dos planetas e várias formas de vida, embasa os questionamentos sobre natureza x Deus. O interessante é que ao mesmo tempo que essas imagens são da natureza do nosso planeta, a perfeição dessa natureza nos induz a crer na existência de algo supremo, na existência de Deus. Aí a dualidade se desfaz.
Essas dualidades aparecem nas dúvidas que surgem da imersão inconsciente de Jack no seu passado, mais especificamente na sua infância, em que ele lembra da sua relação com os irmãos, com o pai, rígido e autoritário, com a mãe, doce e com fortes valores cristãos, e com o irmão que morrera aos 19 anos. Essas questões começam quando Jack, adulto, após ter uma conversa por telefone com seu pai sobre as lembranças que tinha do irmão morto, vê uma árvore ser plantada próximo ao edifício em que trabalha. Enquanto diversas imagens aparecem, ouve-se a voz de Jack se questionando sobre a dualidade das coisas e sobre questões existenciais.
Se pegarmos pelo nome do filme, Árvore da Vida, ainda podemos pensar em mais significados como:
* A árvore da vida se referindo a um conceito cabalísto com a representação do masculino e feminino, bem e mal;
* a árvore da vida como uma das árvores colocadas por Deus no centro do Jardim do Éden, em que a pessoa que comece seus frutos teria a garantia de vida eterna;
* e a árvore da vida filogenética (acho que é este o nome), como uma forma de representação das relações de evolução entre várias espécies de seres vivos.
Acho que esses três conceitos de árvore da vida tem a ver com o filme.
O filme é lindo, cheio de conteúdo simbólico, cheio de dúvidas e ao mesmo tempo cheio de respostas. É um filme para se pensar e refletir sobre diversos valores.
Essa animação me deixa muito sensibilizada e emocionada com uma realidade atual.
Muitas famílias vivem assim, sem nenhuma perspectiva de mudança ou melhora de vida.
A falta de visão junto com a ignorância faz com que os mesmos valores sejam passados de geração em geração, submetendo várias pessoas a uma vida de necessidades.
Se são felizes com suas vidas e suas famílias? Acredito que no seu cotidiano são sim, com as coisas pequenas e com as pessoas
Mas as dificuldades são inúmeras : miséria, fome, seca, pouco acesso (ou muitas vezes nenhum acesso) às condições básicas de saneamento e higiene, entre outras tantas.
Eu tenho uma vida boa, porque tantas pessoas também não podem ter? Não é justo uns terem tanto e outro não terem nada. Eu pelo menos não acho.
Há alguns dias assisti um filme e esqueci de comentar por aqui pelo blog. Não curto muito Woody Allen muito menos comédias românticas mas esse filme realmente eu curti: Meia Noite em Paris.
Os diálogos longos, característico do Diretor, continuam mas com um toque de surpresas quando o protagonista, Gil, se depara com diversas personalidades da década de 20, que sempre quis conhecer. É interessante você ver o relacionamento entre essas personalidades como pessoas comuns da época ao mesmo tempo que interagem com Gil, um personagem da nossa época. Nessa viagem ao tempo ainda há tempo para Gil encontrar um outro amor e se deliciar com a linda cidade de Paris.
O filme nos dá um banho de história, não dá para conhecer todo mundo que aparece, os mais conhecidos: Picasso, Salvador Dalí, Gertrude Stein, Cole Porter, Scott Fitzgerald (acho que é assim que escreve), Ernest Hemingway (esse também não tenho certeza de como se escreve), e outros que não lembro. Eu gostei da fotografia (também, um filme gravado em Paris não tem como não ser bonito), da idéia e do desenrolar da história. O final do filme eu achei um pouco clichê, mas tudo bem, no geral eu achei o filme muito bom.
Segue a sinopse:
Gil (Owen Wilson) sempre idolatrou os grandes escritores americanos e quis ser como eles. A vida lhe levou a trabalhar como roteirista em Hollywood, o que se por um lado fez com que fosse muito bem remunerado, por outro lhe rendeu uma boa dose de frustração. Agora ele está prestes a ir a Paris ao lado de sua noiva, Inez (Rachel McAdams), e dos pais dela, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy). John irá à cidade para fechar um grande negócio e não se preocupa nem um pouco em esconder sua desaprovação pelo futuro genro. Estar em Paris faz com que Gil volte a se questionar sobre os rumos de sua vida, desencadeando o velho sonho de se tornar um escritor reconhecido.
Homens e Deuses - Um misto de diferenças culturais, diferenças sociais, religião, espiritualidade e terrorismo. As barreiras impostas pela religião não impedem que os homens exerçam a sua espiritualidade, o amor ao próximo e a compaixão. Uma história real, bonita e triste ao mesmo tempo, mas que nos ensina e nos faz pensar. Gostei muito.
...porque representa uma injeção de ânimo, porque me ajudou a pensar na minha vida e a obter respostas, porque me identifiquei e porque estou começando a sentir meus pés novamente pisar forte, meu coração pulsar, meu ar faltar de felicidade, e a ver tudo a meu redor de uma forma colorida, pura e leve.
Diante de toda a minha vida e de todas as coisas que já vivi, já fiz e já sofri, EU preciso muito continuar me sentindo assim, tão bem, por um longo tempo. Só um pouco mais, por favor.
Dois filmes que assisti recentemente e que são muito bons!
Comer, Rezar, Amar - a história de Liz impressiona pela superação e por nos fazer (me fazer) refletir sobre a vida. Adorei o filme salvo dois momentos apenas. Inicialmente, a cena em que ela reza na banheira, para mim essa passagem no livro é extremamente importante e emocionante pois é naquele momento que a ficha dela cai para a vida que estava tendo. No filme essa cena passa super rápido, com pouco conteúdo, uma pena. Outro momento é o primeiro encontro com o xamã e sobre a explicação do desenho. Também é uma passagem do livro que eu acho muito importante e que no filme passa super rápido. O filme é muito bom e condiz muito com o livro, adorei!
A Rede Social - O filme é muito bom! Incrível como alguém fica bilionário por acaso, o cara é um gênio. Gostei da história, agora sou ainda mais fã do facebook (e viciada também! rs). O interessante é que no meio de tantos papéis, não se distingue vilões e mocinhos, todos os personagens tiveram algum tipo de contribuição e até mesmo interesse, normal de todo ser humano, o que colaborou para a criação da maior rede social que temos hoje.
Esse vídeo faz parte de uma série de episódios desenvolvidos a partir de uma parceria entre o Instituto Akatu, Canal Futura e HP do Brasil. Faz reflexões de uma forma bastante lúdica dos problemas enfrentados pela nossa sociedade do consumo. Entre os temas abordados estão, sustentabilidade, uso racional dos recursos naturais, consumo consciente e alterações climáticas.
Costumo usar esses vídeos nas aulas que dou sobre ecoeficiência pois são curtinhos, simples e divertidos.
O filme da vez é O Pequeno Nicolau. é uma comédia francesa com muito bom senso de humor ao mesmo tempo que é encantador. O filme conta os fatos pelo olhar de um menino e traz fatos e emoções do dia-a-dia, que prendem a atenção e encanta quem assiste. Adorei!